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blog - toda sexta feira um novo texto

Foto do escritor: Gabriel
Gabriel
há 3 dias
12 min de leitura

Tinha esse jogo, chamado Out of This World.


Um amigo de um irmão de um amigo - não se perca - apareceu com isso no computador, certa vez. Era início bem início dos anos 90 (uma era inteira que chama a imagem de cabelos semi-compridos meio oleosos contidos em um boné do Chicago Bulls - mesmo que sem oito linhas de costura na aba e pino de metal - virado para trás), e o meu amigo me chamou, empolgado: um parça (é difícil que o linguajar à época tenha sido exatamente esse, mas, ok, por hora) do meu irmão tem no computador de casa um jogo que é tipo o Prince 2, a gente pode ir com ele lá olhar.


Duas coisas: uma, é que naquele momento não era todo mundo de nosso convívio que tinha um computador em casa, muito menos do tipo que rodava jogos daquele gabarito, duas, é que éramos simplesmente fascinados por Prince, o jeito carinhoso ao qual nos referíamos a "Prince of Persia", uma maravilha lúdica que alguém (provavelmente esse irmão desse amigo, o primeiro cara que conheci que desde cedo sempre foi fissurado na ideia de trabalhar "com computadores", em sentido amplo, e que hoje, de fato é programador old school) conseguiu em vários disquetes e que necessitava de uma engenharia meio demorada para instalação no computador arcaico de tela verde do laboratório da escola, onde se reunia uma cambada para assistir ele (maioria das vezes) jogar - ou mesmo ganhava a chance de controlar o teclado e sua mecânica meio complexa de setas e barra de espaço, tão diferente das alavancas e botões anatômicos e óbvios dos fliperamas, ou dos controles videogames (Phanton System e Master System - e mesmo o bom e velho Atari) com os quais estávamos acostumados.


Nutro a paixão pela 'coisa' chamada "Prince of Persia" desde então, tendo me proposto a jogar todas as (bem diferentes) versões que o nome da franquia já carregou, e mesmo que morra de amores supremos por uma das coisas mais incrivelmente lindas que a indústria de videogames já produziu em todos os tempos (o "Prince of Persia" de 2008, da geração do Playstation 3), não consigo largar o topo do ranking da preferência, ainda, da versão inicial, para a qual concedo um upgrade do porte para Super Nintendo, que basicamente é o mesmo da tela verdona dos computadores à manivela, porém colorido e com um design mais bem acabado. Salvar a Princesa, enfrentar o tirano num duelo de trocação franca na base da espada. Chavões mais singelos de quando a vida era idem.


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(Rapaz, o calafrio que dava algumas sequências que combinavam corrida, salto sobre abismos profundos, e a sintonia com aquelas guilhotinas mortíferas).


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A mecânica de Out of This World (especialmente a condução do boneco-protagonista, que tinha algum peso e alguma inércia distinta dos personagens usuais dos jogos cuja física era por demais irreal e permitia até controlar - em muitos casos - a rota do pulo do personagem no ar) era o que fez a galera do amigo do irmão do meu amigo apelidar ele "Prince 2". Era de fato algo como um "Prince" alternativo, que contava a história de um sujeito transposto sem querer para um mundo meio alienígena, meio futurista-apocalíptico e muito desértico. Como diz o nome, a tarefa era sair dali.


Não tinha exatamente relação com o "Prince", mas era uma coisa que enchia nossos olhos. Na casa do amigo do irmão do amigo eu e o amigo (fui uma ou duas vezes) éramos penetras. Nada de jogar, apenas arregalar os olhos enquanto os maiores (a velha divisão entre os maiores e os menores e a assunção de funções típicas de Suserania e Vassalagem) assumiam o destino do personagem e fruiam do game.


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Out of this world. "Fora desse mundo". "Another World" em algumas versões de outros países, descobri anos depois.


Era um tempo inimaginável para uma camada absurda da população de hoje em dia e mesmo eventualmente para alguém dentre os que estão lendo isso. Disquetes floppy, as coisas, aquelas, que simpaticamente, são o ícone para 'salvar' algum andamento de alguma coisa nos apps de hoje em dia (e nada mais), e que renderam a um atual candidato ao governo paranaense um apelido relativo ao formato de sua boca desprovido de massa labial e a comparação com a entrada deles, no console.


Telas verdes. Ir até a casa do amigo do irmão do amigo para ver alguém com computador arranjar, sabe-se lá como, um jogo colorido como novidade. Sabe-se lá como mesmo: "comprou" onde, aquela porra? Não, crianças, não havia baixar nada. Porque: não havia internet.


Alguém periga achar que estou sendo prático/metafórico, dizendo que os sistemas de conexão e download eram precários em escala impeditiva, mas, não, isso foi (bem) depois, quando já havia internet, porque na época que estou referindo não havia. Não havia-não havia. Simples assim (ou não).


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Eu sei, já se falou muito nisso, mas é preciso que se reafirme: anos mais tarde, o surgimento da internet promoveu uma dinâmica que acompanhou as vidas e muito dos assuntos e reviradas de comportamento visíveis. Passou a se falar costumeiramente em 'entrar' na internet, 'sair' da internet e, especialmente, nas coisas 'da internet' enquanto uma espécie de mundo paralelo em compota onde havia possibilidades quase que de brinquedo.


Para além de todas as mudanças operadas social, política, econômica, psíquica e afetivamente, no mundo, a partir da ultra conectividade que nos inundaria e com o (chavão batido, eu sei) fato de que estamos conectados a todo momento (e é estranho, desesperador, tedioso e frustrante quando algum problema - tem que ser um grave problema - nos priva disso mesmo que por alguns instantes), uma coisa segue parecendo algo tão antigo, arcaico, piegas e tolinho quanto algum roteiro clichê de filme de herói que passava na Sessão da Tarde ou no Supercine, do qual supomos que sentimos saudades emocionadas, mas que em realidade periga não ser tão romântica assim. Será? Bem: a questão de ter que se 'entrar' na internet. E mais: a questão de poder 'sair'. Out. Saco cheio, conta telefônica, alguém na casa precisa usar a linha, é necessário estudar, dormir, tomar banho. Jogar bola ou Taco na rua. Whatever. Ninguém mais sai da internet. E parecemos estar vagando por um deserto alienígena sozinhos, muitas vezes, mesmos 'cercados' de pessoas (pessoas - sic., muitas vezes, ainda tem isso).


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Dia desses constatei que estou em uma espécie de captura de pauta, energia e atenção, voltada para a confusão instalada no STF - foi alvo de minha coluna, hoje, no Viracasacas, inclusive, esquite aqui caso tenha interesse.


Iria acontecer em poucas semanas em relação à eleição e à promessa de mais uma vez sermos jogados num vórtice complicado de nervosismo e tensão. Mas aconteceu, já, com o STF. Um tribunal que basicamente não me dá folga (sobretudo pela condição de professor de Direito Processual Penal), desde meados iniciais do milênio e que desde então não apenas ampliou seu protagonismo na esfera pública como basicamente consegue a proeza de ser assunto em uma fatia que - por baixo - é uns 40% das discussões nos noticiários (com picos de 75% por vezes).


Sou jurista, sou professor e pesquisador quanto aos temas usuais nas tretas palacianas, interessado nisso e apresentador de um podcast cujo mote central (ou ao menos inicial) é o da política e do direito. Não há escapatória. Ou eu falo mais e mais vezes por dia do que eu mesmo gostaria, por vezes, sobre isso, ou pareço algum tipo vergonhoso de alienado.


A pauta foi capturada. O ecossistema da web impõe vários graus de manifestação e atualização e digamos que eu pago a faixa premium e com isso o 'imposto' da necessidade do ar da graça vem na quota de alíquota mais alta. Tem gente que espera que eu me manifeste. Pede. Convoca. Desafia até. Lá vou eu.


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(Eu realmente achei que com a aprovação de uma nova matriz tributária inteira para o país, aliás, e sua necessidade de aplicação, assento e vigência gradual, iam largar um pouco do pé pessoal que procura se contorcer que nem aquelas meninas que ganham a vida entrando em malas de viagem em circos interioranos, para explicar a versão do processo penal selvagem e dos procedimentos investigativos freestyle que passaram a imperar de uns tempos para cá. Nada disso. O crime não dá sossego, e seus arredores, nichos, suspeitas e ilações, idem).


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O fato é que tenho memórias muito ruins da última vez que fui tão intensamente pautado pela necessidade premente de girar em torno de um assunto exclusivo: os desvarios do governo bolsonarista à época da pandemia, uma coisa - ou duas, até...- que se ocorresse em tempos anteriores aos da possibilidade de conectividade e informação que dispomos e da qual por vezes nos queixamos, geraria um tipo muito extravagante de caos generalizado. Especialmente no período (2021) da CPI respectiva, onde parecia haver um misto de maior e mais importante central de informações político-econômicas e médicas do Brasil com um tipo de evento catártico que parecia ser (mesmo que virtual ou televisivamente) algo como "o lugar para se estar" taxativo. Por um período que não sabemos mais precisar, houve uma espécie de greve de outros assuntos/acontecimentos de uma certa maneira e nada parecia mais bobo do que as propostas iniciais de que se devia simplesmente desligar a TV, o rádio, a vontade de scroll em notícias de redes sociais e 'viver uma vida' que estava interditada em vários aspectos.


Não havia out of aquele world.


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Não vou comparar uma calamidade global e uma extensa margem de um procedimento investigativo conduzido no senado com uma "pauta quente" relativa ao Supremo, mas posso dizer que a intensidade impositiva de assunto é muito similar: o desvio de basicamente tudo o que é mais cáustico, bombástico e relevante politicamente no país para uma rota que impõe uma demorada parada para lanche e abastecimento em relação a algo minimamente ligado à Corte atinge um estopim perigosíssimo próximo a uma eleição nervosa e periclitante. Antes fosse uma polêmica exclusiva de meandros jurídico-processuais.


O fato é que (tal e qual a atriz, aquela, que foi resgatada enquanto uma espécie de Nossa Senhora do Barraco, em um vídeo famoso, resmungando da necessidade de fazer postagens sobre causas relevantes e eventos de referência quando só queria exibir uma leva de fotos de biquini) não apenas quero (enfim) como preciso parar o que estou fazendo e boa parte da resolução de outros problemas que tenho (e acredite quando digo que tenho) para procurar estar solidamente atualizado com o tema-imposição da temporada, eis que (acredite quando digo, também) há pessoas que estão no aguardo de algum tipo de direcionamento que, muitas vezes, sou eu quem parece ser o escalado para dar (ou para ajudar a formar).


Fora que, não sei como é isso com vocês (dizem que a "síndrome do impostor" deveria ser definitivamente batizada de síndrome da impostora, dado que a auto estima de fábrica na configuração mental masculina desconhece esse flagelo em toda sua intensidade), mas atingimos o ponto em que há algum tipo de temática, acontecimento, case ou babado do qual, se eu não estiver por dentro, se opera um tipo de vergonha tal e qual um sistema de compliance moral que me faz sentir uma legítima fraude cívica, jurídica e intelectual.


Poderia mandar tudo às cucuias e dizer: então, galera, essa semana fechei para balanço e em meio às atividades obrigatórias, só quero correr na pista do parque escutando um sonzinho, ver o novo filme do Gregg Araki, tomar um whiskynho assistindo amenidades e sofrer com meu time no fundo da tabela do campeonato e, não - moral Glória Pires - sobre isso daí, putz, não sei opinar. Ocorreu de certa forma há duas semanas quando envolto em eventos em São Paulo eu perdi, por quase 3 dias, a dianteira sobre as questões da condução (então) de Mendonça de medidas que implicavam em Alexandre (mas, repleto de alguma culpa, corri para chegar a tempo de ver as implicações de Mendonça em algumas das conduções de - então - Alexandre). Parecia que eu estava andando em uma espécie de névoa pecaminosa.


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Terça à tarde tive um compromisso (bem) importante. Do tipo que me fez trocar o acompanhamento full da sessão mais traumática e bombástica da história do Supremo sem nenhum dó ou hesitação. Mas não há o que fazer, nem opção: lá estava eu, à noite, assistindo vídeos, lendo análises, devorando o noticiário e caçando podcasts. Correndo contra o prejuízo.


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Existe o que já se convencionou chamar de F.O.M.O (fear of missing out - medo de "perder"/"Ficar de fora"), uma espécie de fobia específica quando se parece estar castrado por eventualmente não estar hiperconectado e/ou sem ter meios de participar, de alguma maneira, no pelotão ou vagão da frente, do assunto ou trend do qual "todos estão falando". Não creio que seja a mesma coisa: enfatizo um tipo de tempestade perfeita entre o que eu faço da vida/me interesso, entre o que parece importante no meu universo e o que a política nacional é unânime em agraciar com um grau de relevância crucial que encosta em coisas tão abstratas quanto preocupantes, tão singelas quanto hiperbólicas, como o futuro do país ou mesmo da democracia e da estrutura total das instituições. Em momentos em que saudosos e entusiastas de ditaduras militarescas (e sua mescla com bandidismo miliciano up to date) e perversidades transmutadas em bobo-alegrismos neoliberais chinfrins são players importantes e competitivos nas eleições, não é tão exagero - e mais ainda quando se mostram perfeitamente adequados a uma espécie inegável de onda de corrosão que varre o planeta. Sim, temos muito que discutir sobre que recebeu o que de Vorcaro e quem recebeu Vorcaro (no gabinete), quem bebeu com ele, e quem teve entrada franqueada em festinhas dele e quem atende seus interesses - e/ou usa os interesses dele em prol de quem e do quê) gostemos ou não. Não há muita escapatória.


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Claro que a vivência internética diária sempre pode potencializar tudo o que há de pior nesse cenário, mas o realismo enfático novamente nos blinda de certas coisas que parecem tolices (a atitude de busca de respiro de sanidade consistente em "não querer saber"). Não há exatamente como "não querer" ou forma de "não participar". Não há para onde correr - e em termos internéticos você nunca se vê out.


(Fico pensando agora se consigo recordar da equivalência entre as notícias dos jornais impressos, radiofônicos e televisivos, e os modismos na web e seus veículos próprios, em tempos antes de redes sociais e de hiperconectividade, se seria possível visualizar uma discrepância de temas e de conferência de relevância/valor entre eles. Não sei dizer, mas acho que é visível que sim em boa parte do material diariamente ofertado).


A questão é que se não me parece mais possível uma visualização antiquada separatista de "vida real" e "vida virtual" (a própria palavra, virtual, cheira a mofo), é possível diagnosticar a necessidade de forçarmos um movimento que depende de nós mesmos em larga escala: colaborar para esvaziar a pressão gerada por esse imenso coágulo na caixa craniana da esfera internética, que consiste em pessoas se mesclando à vida virtual de tal forma que se fundem com ela de modo a aparelhar seus assuntos, manias, preferências, afetos e objetivos.


Não existe mais fora (out) do mundo internético em larga medida, mas ainda existem coisas que simplesmente se impõem com um grau maior que pode ser definido como "de fora para dentro" - a crise radioativa dentro do Supremo Tribunal Federal não é um simples fruto de meme, se não que é algo que tem raiz em um âmbito (real, concreto, 'fora') antes de penetrar na web e ser em parte absorvida. Há, da mesma forma, coisas que saem diretamente e intrinsecamente da web para ganhar o mundo 'real' - de 'dentro' para fora (se o cara vai a algum festival como esses do porte do Rock In Rio verá pessoas dançando sucessos pop a partir de coreografias que se impuseram desde cascatas de likes, compartilhamentos e "impressões" e que acabam adotadas oficialmente após algo no TikTok viralizar).


Difícil de dizer que é possível determinar com clareza a fronteira outrora simples (o desligar de um cabo e a descontinuidade daquilo, uma vez que não existiam aparelhos portáteis nem qualquer tipo de conectividade sem fio) entre o 'in' e o 'out', mas é possível ainda controlar ao menos um desses fluxos:


Fico bastante apavorado com pessoas que usam a parcela de sua atuação diária em redes sociais basicamente trazendo as coisa mais típica de lá (alguns assuntos, prioridades, temas e mesmo pessoas) a todo instante para alimentar o 'fora' - ou uma ilusão de 'fora', porque se você ficar exclusivamente falando de coisas da web sua mente está como um cache dos conteúdos exclusivos de lá e está em modo de compasso de espera de retomar a conexão, tipo o joguinho do dinossauro do Google. Penso que ainda devemos fazer o contrário: alimentar o ecossistema da(s) rede(s) com coisas que importam, desde o 'fora'. Procurar rearranjar na medida (por vezes pequenina) do possível o 'dentro'.


A algoritimização torna grande parte dessa ideia um quixotismo digno de pena, é bem verdade. A própria colonização-economização (batalha já perdida, de certo modo) da atenção das pessoas termina de arrasar esse terreno e parece não sobrar nada (para o betinha). Mundo trending. Mente ad sense.


Porém, sei lá. Calculei esses dias, aliás: já estou mais dias caminhando sobre a Terra, quase o dobro a mais - com a existência da internet do que sem ela, embora o fato de ser uma testemunha, tipo um ancião com um cajado, da vida aquela, out, sinto que tenho ainda algo a zelar.


Ser pautado é meio que uma luta inglória e um vórtice que nos suga, mas precisamos reaprender a definir o que são coisas que se impõem e o que nós estamos aceitando pura e simplesmente que nos sejam impostas, como uma das medidas essenciais para - acho - não enlouquecermos de vez.


UM DISCO: Wiretap Scars, disco do Sparta, uma banda que nem sei mais se existe, mas que era uma dissidência do At The Drive-In, que por sua vez foi o embrião do The Mars Volta (gosto de todos). Mas a suspeita mio hipster de que na eventual batalha o patinho feio Sparta era melhor que o cultuado At The Drive-in creio que tem razão de ser.


UM FILME (?): División Palermo, série argentina de uns anos atrás é uma espécie de Brooklyn 99 para maiores. Violência, sexo, drogas, sarcasmo com pitadas de The Office e conteúdos polêmicos envolvendo estereótipos de pessoas com capacidades diminuídas temperam essa comédia sarcástica de episódios de cerca de 20 minutos. Pode ver: não é traumático, é só realista. E faz rir muitas vezes em uma faixa de pastelão meio soft.


UM LIVRO: vocês terão notícias em breve.

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